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A preocupação com patrimônio histórico e cultural é recente no Brasil, embora expressivos personagens sejam marcantes nesse processo. Surgiu da maneira institucionalizada no final dos anos 30, quando o então ministro Gustavo Capanema criou uma secretaria para cuidar do assunto e convidou Mário de Andrade para criar e dirigir o Serviço do patrimônio Histórico e Artístico nacional (SPHAN), dando o primeiro passo ao realizar o tombamento de uma enorme quantidade de monumentos históricos em Minas gerais.
O Instituto de Estudos Brasileiros da USP, que guarda toda a documentação pessoal de Mário de Andrade, também tem dado seu apoio realizando trabalhos conjuntos com a Discoteca e promovendo estudos para um futuro intercâmbio de acervos. Enquanto isso a iniciativa privada investe cada vez mais no setor e a população demonstra um crescente interesse pela memória do país, visitando, pesquisando e preservando os bens culturais. |
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